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março, 2009

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Novo site www.restauroms.com.br

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Restauroms

Sediado em Campo Grande/MS, a empresa possui ótimos profissionais na área de restauração de móveis, com especialização em mais de 80 técnicas de restauração. O objetivo deste trabalho online é criar um novo canal de relacionamento com os clientes, apresentando a qualidade de seus serviços e apresentação da empresa.

Visite o site no endereço www.restauroms.com.br.

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Palestra sobre marketing digital

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E o vendedor de cofres parado esperando o cliente

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Categoria: Marketing Digital

A publicidade vende atributos intangíveis que não podem ser comprados, mas que satisfazem muito mais do que qualquer produto. E as pessoas inconscientemente pagam por aquilo que falta em suas vidas rotineiras.

Rotina. Se existisse um veneno contra criação, essa palavra apareceria em letras garrafais no rótulo. Como ainda não inventaram, sinto que tomo um gole imaginário todos os dias – e um bem maior sempre que almoço na praça de alimentação de qualquer shopping. Afinal, pior do que falta de opção, só a abundância de opções indesejáveis. E já que capitalismo saiu vitorioso da Guerra Fria, restou ao proletariado o direito de optar entre fast foods.

Terminado o almoço, pago o estacionamento – é o único momento em que o shopping não me dá outra opção – e sigo de volta para a agência guiado pela minha inseparável rotina. No caminho, sempre passo em frente a uma caminhonete encostada perto de um parque com uma faixa “Vendo cofres”.

Dentro, vários cofres pesados de metal em todos os formatos e tamanhos. Ao lado, um senhor pacato sentado em um banquinho lendo jornal à espera de sua freguesia. Todos os dias, na mesma hora, no mesmo lugar. Mas nunca consegui entender direito o que ele faz ali.

Já cheguei até a cogitar a hipótese de ser apenas um seqüestrador vigiando de tocaia alguma possível vítima. Logo dei-me conta de que seria um disfarce óbvio demais – e vender redes, por exemplo, traria muito mais mobilidade para uma pessoa com más intenções. A pergunta, portanto, permanece sem resposta: o que aquele senhor espera? Será que ele realmente imagina que alguém em sã consciência, ao passar por ele, comprará um cofre por impulso? E caso algum louco sinta uma vontade irresistível de levá-lo, como irá transportar?

Pensando bem, esse senhor não faz nada diferente do que muitos de nós fazemos todos os dias: vendemos simplesmente por vender. Sem pensar no público. Sem entender melhor o produto. Uma prática que tem se incorporado cada vez mais à rotina das agências de publicidade – que, muitas vezes, são tratadas como “salvadoras da pátria” de produtos com um potencial de venda tão baixo quanto o de um cofre.

A estratégia de comunicação, portanto, acaba sendo a do “vamos primeiro chamar atenção para depois decidirmos o que faremos com ela”. E, ironicamente, na criação ‘para ontem’ acabamos esquecendo do amanhã.

Mas a internet (sempre ela) conseguiria dar um jeito nos negócios do tio da caminhonete. Se eu fosse a agência dele, brincaria exatamente com o fato de ser um produto inapropriado para uma venda direta. Assim, em vez de valorizar seus atributos, subverteria completamente o fluxo da comunicação e chamaria a atenção do público através dos pontos negativos de um cofre – para só depois dar um sentido lógico a tudo aquilo. Compliquei? Então explico no próximo parágrafo – só para criar aquele suspense típico das apresentações de campanha.

Em vez de uma simples chamada vendedora, colocaria somente um endereço na faixa: www.vendocofres.com.br.

Portanto, quem passasse de carro por ela ficaria tão intrigado quanto eu fico todos os dias. As pessoas, então, entrariam correndo na internet para tentar entender a cena inusitada que acabaram de presenciar. E dariam de cara com um site de investimentos com a mensagem: “Quer um cofre? Então aprenda a juntar dinheiro pra guardar dentro dele”.

Ou seja, em vez de vender o produto, eu venderia um conceito maior, mais abrangente e que atinge públicos de todas as rendas – principalmente os que nunca teriam “motivos” suficientes para ter um cofre em casa. E seguiria uma mudança de foco na comunicação que as grandes empresas têm feito hoje em dia. Todas se deram conta de que é muito mais poderoso anunciar a liberdade do que um mero carro. Sonhos realizados em vez de fundos de previdência. Vida saudável no lugar de comidas light. Saúde financeira, não cofres.

Assim, a publicidade vende atributos intangíveis que não podem ser comprados, mas que satisfazem muito mais do que qualquer produto. E as pessoas vão, inconscientemente, pagando por tudo aquilo que falta em suas vidinhas rotineiras: paz, amor, segurança, carinho, tranqüilidade, tempo para brincar com os filhos. Afinal, o vencedor capitalismo já conseguiu encher as pessoas suficientemente de produtos e sanduíches com picles. Falta agora dar de volta tudo aquilo que um ser humano realmente precisa.

Se eu fosse um pseudo-filósofo, concluiria esse texto dizendo que os produtos se transformaram em “metonímias das carências humanas”. Mas como sou apenas um publicitário, prefiro voltar à ação de guerrilha dos cofres – que é bem mais divertida.

E como o absurdo é carro-chefe dessa empreitada, faria com que ele se tornasse ainda maior: levaria a ação para outros lugares. Já pensou se ele vendesse cofres na areia da praia? Ia chamar mais atenção do que qualquer outro vendedor – e se a verba fosse suficiente, ainda anunciaria o endereço do site naquele aviãzinho que sobrevoa as orlas. Um monomotor vendendo cofres? Perfeito. E o melhor: quebraria a rotina de todas aquelas pessoas que esperavam ver os tradicionais anúncios de protetor solar.

Por falar em rotina, mudarei a minha amanhã. Ao passar pela caminhonete, vou encostar o carro e trocar uma idéia com o tio. Não sei se ele vai topar (ou entender) meus planos. Mas, pelo menos, vai parar de ler o jornal para me ouvir por, no mínimo, 30 segundos. Só que dessa vez, sem temas óbvios.

Por Eco Moliterno

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Palestra do Google sobre imóveis na internet.

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Categoria: Diversos

Conforme a pesquisa do Google, 88% das pessoas com acesso à internet procuram imóveis pela internet.

Conforme uma pesquisa realizada pelo Google, 88% das pessoas com acesso a internet, fazem procura de imóveis pela internet, sendo que este é o meio inicial de pesquisa e comparação de imóveis.

Foi levantado tambem, que 80% das pessoas que são impactadas em um anuncio de mídia tradicional, são levadas a internet, sendo assim, elas consomem a mídia de uma forma integrada.

Hoje, as pessoas estão sem tempo para visitar varios imóveis, então, a pesquisa pela internet é o mecanismo utilizado para buscar imóvel, antes de ligar para o corretor e mesmo antes de saír para visitar um imóvel.

As pessoas procuram imóveis em sites de grandes imóbiliarias, portais de imóveis e sites de incorporadoras na sua maioria. E os anuncios são importantes para gerar lembrança e atenção na sua marca.

Num anuncio, as pessoas demandam pelo maior número possivel de informações do imóvel, como descrição completa, fotos, detalhes sobre a região do imóvel.

Pessoas interessadas em imóveis usados tendem a usar mais sites de classificados de imóveis, e as pessoas interessadas em imóveis novos, utilizam em geral os sites das incorporadoras.

Portanto, na hora que o consumidor iniciar o processo de compra de imóvel, ele irá utilizar a internet e você precisa aparecer para ele.

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Site: Uma poderosa ferramenta para o sucesso

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Categoria: Marketing Digital

Nesse primeiro trimestre de 2009 veremos cortes em todos os setores do mercado. Grande parte disso se deve à histeria promovida pela mídia e pelas empresas com administração fraca e sem capacidade para inovar nos períodos um pouco mais turbulentos.

Até a metade de 2008 tivemos um superaquecimento na economia e houve aumento no faturamento e nos lucros. Somente a partir de outubro começou o declínio e esse foi pouco acentuado no Brasil. Então, fica a pergunta: para onde foi todo o capital? Ao meu ver, muito do que se fala hoje é apenas especulação, falácias. A grana não pode ter sumido simplesmente!

Secar as fontes de desperdício e rever os processos produtivos é bom e deve ser feito por todos, sejam pequenos ou grandes, contudo demitir pessoal e finalizar contratos de prestação de serviços sem um real motivo são atos que demonstram total incapacidade para tocar o negócio. É o gerenciamento do dia seguinte, no qual não há planos de médio e longo prazo.

Falando agora especificamente sobre o universo web, tenho visto que muitos tomadores de decisão consideram os sites como algo de segundo plano e os mais conservadores veem como dispensável ou mesmo supérfluo ter seus negócios representados na internet.

Entretanto, pense comigo: qual é a maneira mais usada e prática para encontrarmos os assuntos de nosso interesse?

Bingo!

Certamente pensou na internet e tenho certeza que o nosso amigo Google com as suas letrinhas coloridas do logotipo sobre fundo branco tenha surgido na sua mente.

Essa é a realidade da nossa sociedade.

E agora chegou o momento de entender porque os sites são vitais para se manter competitivo.

Já se foi o tempo de apenas agregar valor, chegou o momento de proporcionar uma experiência significativa para o usuário

No início da internet comercial, havia o conceito de folder on-line sendo o site apenas um panfleto eletrônico. Como tudo era novidade, isso funcionou bem por um tempo. A concorrência era menor e as exigências do público também. Mesmo em termos de tecnologia tínhamos bastante restrições.

Nos primeiros anos dessa década, houve uma evolução para projetos mais completos, mas mesmo assim ainda não passavam de uma “cartilha do negócio”. Era um conteúdo feito de tal forma que servisse para a maior gama possível de divulgações. Eram poucas as criações exclusivas para web e raramente se pensava em quem estaria sentado do outro lado do monitor.

Ainda é comum ouvir: “Nosso site agrega valor para a nossa empresa!”. E essa crença só serve se você desejar ser apenas mais um no mercado. E agora a concorrência é bem grande, independente da sua área de atuação. É preciso mudar a maneira de pensar.

O importante é oferecer ao usuário uma experiência significativa e agradável. O foco deve estar no dueto conteúdo / pessoa. E isso eu sempre digo para os meus clientes: não adianta fazer um site com inúmeros recursos multimídia ou mesmo interfaces com visual rebuscado se não houver informações de qualidade e úteis para o público-alvo.

Planejar e criar estratégias de sucesso

Recentemente meu afilhado Gabriel, com seus seis anos bem vividos, pediu para usar o computador. Ele tinha visto na televisão (esse é um ótimo exemplo de cross-media) o site de um programa que ele gostava muito. E com total desenvoltura, clicou no ícone do Google no meu Firefox e começou a digitar lentamente: d i s c o v e r i. Corrigi, colocando o “y” (também ele só tem seis anos!) e então “enter”.

Pronto!

Apareceram as opções e eu ajudei-o a encontrar na 3ª posição o link do Discovery Kids. Um clique e com menos de 3 segundos de espera um site colorido e divertido surgiu na tela. Desse momento em diante ele conseguiu se navegar sozinho por horas.

E o que essa história tem a ver com o artigo?

Tudo! Esse site tem um dos melhores planejamentos e estratégias que já vi.

Primeiro: ele tem muitos desenhos e animações e mesmo uma criança que não sabe ler tão bem consegue navegar tranquilamente.

Segundo: a identidade visual é perfeita e habilmente focada no público-alvo. As letras são grandes, há bastante cores – essas são em tons vivos, mas bem escolhidas e não cansam a vista - e os espaçamentos respeitam a pouca habilidade com o mouse.

Terceiro: o conteúdo é de extrema qualidade para a faixa-etária dele. Há muitos joguinhos educativos e bastante formas de interação, ou seja, a criança se sente como se estivesse fazendo parte da aventura e brincando com seus amiguinhos de todos os dias. É difícil manter um menininho sentado quieto durante bastante tempo. E eles conseguiram.

Esse é um bom exemplo para ser aplicado nos demais negócios. E nos leva a pensar: qual é o meu público-alvo? O site é capaz de gerar o sentimento de realização e de satisfação para o meu usuário? As formas de divulgação estão adequadas?

Outras visões

Sempre que um novo cliente entra em contato, são feitas as mesmas duas perguntas: quanto vai custar? Quanto tempo vai levar para ficar pronto? Para eles esse é o interesse maior, em detrimento do que realmente importa: a qualidade. Não os culpo, pois essa é uma visão fortemente enraizada na nossa cultura. E os “desenvolvedores web” fazem questão de manter esse paradigma.

Infelizmente, nem todos interessados em ter sites sabem da possibilidade de ter um projeto personalizado e coerente com o negócio. Muitos solicitam orçamentos e têm como retorno apenas modelos prontos, os famigerados templates. Esses são a febre do momento: posso ganhar na quantidade, ou seja, é uma produção mecânica. Basta abrir o software de edição, colar meia dúzia de textos, colocar o logotipo e está pronto!

Mas, vai haver retorno? Valerá o investimento, mesmo esse sendo “relativamente” baixo?

Nós preferimos trabalhar da maneira correta: conhecendo o negócio detalhadamente, para com isso oferecer soluções exclusivas e efetivas. É um processo conjunto, com o qual o cliente nos dá as diretrizes do seu universo profissional e do seu público-alvo e nós planejamos e criamos estratégias condizentes às necessidades. Não fazemos o fast-food, inventamos pratos com ingredientes selecionados e segundo o paladar de cada um.

Ok! Mas, isso sai mais caro, certo? O conceito de valor é totalmente subjetivo quando falamos de serviços. Porém, posso afirmar que um projeto bem feito cobrirá seus custos e gerará retorno – não só financeiro, mas de divulgação, abertura de novas possibilidades, etc… - muito mais rapidamente.

É assim que o site deve ser visto: uma ferramenta poderosíssima de divulgação e uma etapa valiosa para o sucesso profissional.

Fonte: Eduardo Kasse

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